Saúde

A cura por meio da Auriculoterapia Chinesa

Comentário(s) 29 janeiro 2017

A Auriculoterapia é uma técnica da Acupuntura, como parte integran­te do sistema de terapias orientais, sendo designada ao tratamento das enfer­midades físicas e mentais por meio de estí­mulos de pontos situados no pavilhão auri­cular (orelha). É uma prática milenar das ci­vilizações da Índia, Arábia e, principalmen­te da China, onde foi mais di­fundida por meio da Medici­na Tradicional Chinesa.

auriculoterapiaA orelha é um microssiste­ma do corpo, que representa o todo, ilustrada pela imagem do bebê de cabeça para bai­xo. Tendo como fundamento o reflexo direto sobre o cére­bro e, por meio dele, sobre to­do o organismo, a Auriculote­rapia tem a capacidade de ser um método de diagnóstico e de tratamento de inúmeras patologias do corpo, estimulando os pontos nela localizados.

O estímulo desses pontos se dá com o uso de agulhas de acupuntura, agulhas semiper­manentes, esferas de ouro ou prata, semen­tes, massagem auricular, aparelho eletroes­timulador, cromopuntura (cores), laser ou moxa incenso.

Ao se efetuar a sensibilização dos pontos, o cérebro recebe um impulso que desenca­deia uma série de fenômenos físicos rela­cionados com a área do corpo, produzindo a cura. Contudo, além dos efeitos curativos imediatos, tem efeitos preventivos, dando ao organismo energia suficiente para impedir enfermidades. Pode-se obter também exce­lentes resultados em analgesia e anestesia, muito utilizados na Odontologia para trata­mentos diversos.

Apesar de ser um método completo, seu uso associado a outras terapias dinamiza os efeitos benéficos de qualquer tratamento. É capaz de provo­car a eliminação dos efeitos colaterais de medicamentos como cortisona, calmantes, antidepressivos, drogas etc. Desse modo, também permi­te o tratamento de pessoas em estado de intoxicação por ni­cotina, drogas e álcool.

A Auriculoterapia pode ser usada em todos os tipos de problemas físi­cos e psíquicos. Não apresenta efeitos cola­terais, permitindo o . Po­de ser realizada em qualquer época do ano e não há contraindicações.

Artigo de Gabriela Gomes, terapeuta complementar (CRTH – BR 1740), bióloga e doutoranda em Ecologia.
Contatos: 11-97800-7149, gabrielagomestn@gmail.com

Edição 224

Setembro 2017

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