Saúde

Músicas binaurais e seus muitos benefícios

Comentário(s) 29 março 2017

marcelo dantasAs batidas binaurais são batimentos sonoros numa determinada frequên­cia que conseguem modificar o nosso cérebro tornando-o, por exemplo, mais cal­mo, mais consciente, mais produtivo, mais atento, mais inteligente e criativo. Tudo de acordo com a frequência com que é usada.

Elas são usadas para criar duas ondas de frequências distintas, apresentadas separa­damente, cada uma a um ouvido. O cérebro reage criando um terceiro tom, que é a dife­rença entre os dois apresentados. Isto per­mite ao cérebro se sintonizar diretamente a uma frequência que, teoricamente, o ouvido não “escutaria”.

Como agem e para que servem?

Os sons ou batidas binaurais funcionam com sons transmitidos aos nossos ouvidos. É necessário ouvi-los com headphones, uma vez que, para haver eficácia, cada ouvido re­ceberá sons com diferentes hertzs.

Benefícios: combate à depressão, redução do estresse, aumento do hormônio do cresci­mento e da concentração, melhorar a memó­ria, insônia, déficit de atenção em crianças e adultos, vícios como o álcool e o cigarro, pres­são alta, mau humor, alergias, doenças respi­ratórias, dores crônicas, cefaleias, obesida­de, anorexias e bulimias, falta de foco e motivação, síndrome do pânico, traumas e medos, au­mento da criativida­de e inteligência, per­da da memória atu­al ou passada, TPM, rejuvenescimento e muitas outras doenças do homem moderno.

Cerebral Music faz parte do grupo Keyboard Editora Musical – uma das mais importantes empresas de música do Brasil. É especializa­da em atender e entender as dificuldades de cada cliente e criar uma música específica pa­ra cada um deles, de forma totalmente indivi­dual. Atua em todo o Brasil por meio de nos­so Instituto de Neurociência aplicada à Músi­ca nas cidades de Jundiaí e Itatiba e, também, via Skype, com agendamento prévio. Atendi­mento personalizado e exclusivo.

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Artigo de Marcelo Dantas Fagundes, músico, maestro, arranjador, compositor, pesquisador musical, escritor, professor, editor, pesquisador e diretor do Instituto de Neurociência em Música

Edição 224

Setembro 2017

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