Saúde

Terapia Ortomolecular x fígado gorduroso

Comentário(s) 29 março 2017

O fígado é o maior órgão do corpo, está localizado do lado di­reito, tem funções im­portantes como meta­bolização de carboidra­tos, proteínas, gorduras, vitaminas e do álco­ol. Ele produz colesterol, ativa as vitaminas, sintetiza proteínas, aminoácidos, ureia, tri­glicerídeos, ácidos graxos e biliares, glicose e glicogênio, armazena as vitaminas A, E, K e B12, além do acido fólico e glicogênio.

Ao contrário do que muita gente pensa, fí­gado gorduroso ou Esteatose Hepática Não Al­coólica não é causado por excesso de gordura, mas sim pelo excesso de carboidratos na dieta (bolachas, chocolates, pão, doces etc), e se não tratado, pode complicar a sua saúde. Quando diagnosticado está entre a Esteatose Hepática Simples e a Cirrose (que é a doença avançada).

A Esteatose Hepática Gordurosa Não Alco­ólica pode ter uma evolução de quatro está­gios: Esteatose Hepática, Esteatose + infla­mação, Esteatose + inflamação + Hepatóci­tos balonizados, todas as complicações aci­ma + fibrose = Cirrose.

Como a Terapia Ortomolecular trata es­te problema?

Ela trata o desequilíbrio do fígado por meio de uma mudança de hábitos alimentares; com a perda de peso (de 3% a 5%) você já reduz a in­flamação. Até o estágio 3 você consegue a rever­são. O tratamento Orto­molecular utiliza uma alimentação antioxidan­te, além de vitamina E, aminoácidos, selênio, colina, acido lipoico, ômega 3 e frequenciais quânticos. O desequilíbrio também pode ser gerado pelo estresse oxidativo e, geralmente, as pessoas têm em comum um desses fatores: obesidade, diabetes tipo 2, dislipidemia com alta de triglicerídeos e baixos níveis de HDL, e síndrome metabólica (presença de 3 ou mais fatores, como glicemia maior que 100, HDL menor que 40, triglicerídeos maior que 150 e obesidade central cintura maior que 102 nos homens e maior que 88 cm nas mulheres).

Como cada pessoa tem uma individuali­dade bioquímica diferente, isto explica a ca­pacidade de reparo hepático diferente entre os indivíduos, mas uma coisa é certa: se vo­cê recebeu o diagnóstico de Esteatose Hepá­tica não espere a evolução, procure rapida­mente uma ajuda profissional, mude os há­bitos e tenha qualidade de vida.

Artigo de Íria Melleiro Abbas (CRT 31673),  terapeuta ortomolecular e bacharel em biologia médica – Unesp.
Saiba mais: 11-4521-6307

Edição 224

Setembro 2017

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