Jornal Mexa-se

27 de setembro 2019 às 08:00

Primavera convida à atividade física

Esportes

27 de setembro 2019

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Primavera convida à atividade física

 O início da primavera, quando o cli­ma é mais ameno, não tão quente, nem muito frio, é uma boa opor­tunidade para abandonar o sedentarismo e inaugurar um novo e saudável hábito de atividade física.


A sugestão é do presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), o médico José Francis­co Kerr Saraiva. “A tempe­ratura mor­na da esta­ção, com sol, mais verde e o colorido das plantas, é um convi­te ao movi­mento, que tanto bem faz ao cora­ção e à saúde em geral”, sa­lienta o car­diologista.


Ele explica que os exercícios, que devem respeitar as condições físicas e fisio­lógicas de cada indivíduo, são um dos princi­pais fatores preventivos contra doenças car­diovasculares. “Porém, é muito grande o nú­mero de pessoas que mantêm uma rotina se­dentária, agravada quando associada a exces­so de alimentação, dietas erradas, sobrepeso, obesidade, colesterol alto, diabetes, tabagis­mo, consumo inadequado de álcool e hiper­tensão, também fatores de risco”.


O cardiologista enfatiza que “ninguém pre­cisa ser um atleta de alto rendimento, sendo recomendável fazer uma programação de ati­vidade física compatível e de bom senso”. O ideal é procurar um médico, realizar os exa­mes necessários e estabelecer, com a orien­tação do profissional, uma agenda adequa­da de exercícios, que pode ser constituída, por exemplo, apenas por caminhadas. “A primavera é uma ótima oportunida­de para dar início a esse novo hábi­to, que pode mudar para muito me­lhor a quali­dade da vida durante todo o ano”, enfatiza o presidente da Socesp.


Ele recomenda que a atividade física se­ja realizada em locais com pouco movimen­to de veículos automotores e baixo índice de fumaça e poluição, como parques, por exem­plo. Quando se exercitam, as pessoas aspiram maior quantidade de ar, que se estiver com carga elevada de dióxido de carbono, pode haver prejuízo às pessoas, com a inalação ex­cessiva dessa substância nociva.