Jornal Mexa-se

26 de julho 2020 às 08:00

A calvície é genética, mas você pode controlar

Estética

26 de julho 2020

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A calvície é genética, mas você pode controlar

A calvície aflige cerca de 50% da população masculina do planeta, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). Já no Brasil, a Sociedade Brasileira para Estudo do Cabelo (SBEC) estima que afete 42 milhões de homens.


A calvície de causa genética, também denominada de alopecia androgenética, é uma das causas mais comuns. Segundo a tricologista Viviane Coutinho, os primeiros sinais do mal geralmente surgem logo no inicio da idade adulta. A herança genética pode vir tanto do pai quanto da mãe. Como ela não atinge tanto as mulheres, você pode herdar do seu avô materno. 


Mas será que devemos aceitar a herança genética? Segundo Viviane, a resposta é não.


"A gente controla, não modificamos a calvície, mas controlamos. Precisará de cuidados especiais, mas você não precisa ser condenado à sua genética. A prevenção é sempre o melhor recurso, já que se deixarmos por muito tempo pode evoluir a uma calvície irreversível", explica.


O tratamento, vale ressaltar, não é igual para todos os homens. "Não tem um protocolo para todos. As indicações em geral que a gente faz são: manter o couro cabeludo saudável, equilibrando a pele dele, e estimular fios novos, nutrindo e oxigenando os folículos. Com isso, a gente vai manter o ciclo capilar perto do padrão normal", afirma. 


Coutinho diz que é preciso se atentar aos sinais e, caso seja necessário, procurar a ajuda de um profissional. "Se você reparar um processo de afinamento, procure um profissional bem rápido, já que este é o primeiro sinal da calvície, principalmente no topo da cabeça. Mas se você já tem uma predisposição genética, pode já ir em um especialista para que ele avalie", conclui.